As etapas que precisam estar escritas
- Limpeza do instrumental (manual ou automatizada).
- Inspeção e secagem.
- Empacotamento com embalagem adequada e identificação do pacote.
- Esterilização com registro de cada ciclo.
- Armazenamento em local limpo e seco, com controle de validade.
Monitoramento
A esterilização precisa ser comprovada, não presumida: a norma prevê o monitoramento dos parâmetros dos ciclos e o uso de indicadores químicos e biológicos, com os resultados registrados. A periodicidade de cada teste está na RDC 15/2012 e no manual do equipamento — o POP da clínica segue os dois.
Autoclave própria ou esterilização terceirizada
Quem tem autoclave responde pelas etapas do processamento e pela manutenção e qualificação do equipamento previstas na norma. Quem terceiriza continua responsável pelo instrumental: precisa de rotina de envio e recebimento, guardar os comprovantes da empresa e cuidar da integridade dos pacotes até o uso.
O que costuma ser conferido
- Separação entre a área de material sujo e a de material limpo.
- Registros dos ciclos e dos indicadores.
- Pacotes identificados e dentro da validade.
- Comprovantes de manutenção do equipamento.
Fontes
- ANVISA. Resolução da Diretoria Colegiada — RDC nº 15, de 15 de março de 2012.
- ANVISA. Serviços Odontológicos: Prevenção e Controle de Riscos. Brasília, 2006.
Este guia é um resumo em linguagem acessível e não substitui a leitura da norma nem parecer jurídico. Pode haver exigências complementares na legislação do seu estado ou município.